quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Carpéte Tailandês


Latrina, a filha mais nova de azaléia, estava entrando na faculdade. Ela não sabia que sua vida iria mudar nessa nova fase de sua vida. Certo dia no intervalo de sua aula de fermentação, latrina comia seu trivial rojão ensapecado, quando notou um lindo e robusto chumbo lhe encarando de forma paleolítica.
Ficou nisso, ao sair da faculdade, Guadalajara sua melhor amiga, aponta para um grupo de rocamboles convencidos, e no centro, se encontra chumbo, que conta suas anedotas em aramaico aos ouvintes. Guadalajara fala para latrina:
- Ele não é um gato?
Latrina não fala nada e vai para sua casa com seu pensamento muito pesado, de tanto pensar em chumbo, ao chegar em sua residencia encontra seu pai que se chama Faniquito Bochecha Cabrito, e passa reto por ele sem falar uma única guadalupe. Ela se dirige até os aposentos de Azaléia, sua mãe, que não sabia deitar em 2 kgs de farinha, ela logo ensaboa todo o fato para sua mãe que responde:
- Apaixonada? minha pequena cervejinha apaixonada?
- Puta madre, tu não sabe que eu já tenho uma felipa bem desenvolvida?
No dia seguinte latrina encontra chumbo e enrosca o saponácio no seu tendão com tanta bomba que chumbo resolve que ira proclamar o inicio de uma nova paixão.
Eles voltam a se encontrar no recreio e juntos vivem mascando as vésperas que caem das mármores e brincam de inflação, no fim viraram um casal bem violão, e nunca mais se separaram de sua infinita azerbaijão. Pois chumbo não erra na sua tranzação, e latrina da um blusão.

4 comentários:

  1. Cala a boca, queixo!

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  2. Excelente narrativa menino, todas essas palavras bonitas, servem para demonstrar que surgiu um novo romancista surreal em nossos dias de hoje.
    Parabéns, continue escrevendo dessa forma, serás um pequeno prodígio.

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  3. Não critiquem o futuro da literatura!

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